Author Archives: malebria

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Dente

Ele estendeu os beiços a tremer — e ficaram imóveis, colados num só beijo, muito longo, profundo, os dentes contra os dentes. JOSÉ MARIA EÇA DE QUEIROZ. XI. In: O crime do padre Amaro. Porto Alegre: L&PM, 2006. p. 169.

Linguagem

– Que patuscos! – disse o escrivão Borges, que detestava sotainas. JOSÉ MARIA EÇA DE QUEIROZ. XI. In: O crime do padre Amaro. Porto Alegre: L&PM, 2006. p. 155.

Sintonia

Então Amaro voltava o rosto para Amélia, tão perto que confundiam os seus hálitos. JOSÉ MARIA EÇA DE QUEIROZ. IX. In: O crime do padre Amaro. Porto Alegre: L&PM, 2006. p. 112.

Oh! Darling

Oh, darling. Please believe me. I’ll never do you no harm. Believe me when I tell you, I’ll never do you no harm. Oh, darling. If you leave me, I’ll never make it alone. Believe me when I beg you, Don’t ever leave me alone. When you told me You didn’t need me anymore, Well, […]

Você

Fonte de mel Nos olhos de gueixa Kabuki, máscara Choque entre o azul E o cacho de acácias Luz das acácias Você é mãe do sol A sua coisa é toda tão certa Beleza esperta Você me deixa a rua deserta Quando atravessa E não olha pra trás Linda E sabe viver Você me faz […]

Marina de La Riva e Tom Zé

Taí Eu fiz tudo pra você gostar de mim Oh meu bem não faz assim comigo, não Você tem, você tem Que me dar seu coração Meu amor, não posso esquecer… Se dá alegria, faz também sofrer A minha vida foi sempre assim Só chorando as mágoas que não tem fim Essa história de gostar […]

Paixão

Teu! Todo teu Minha! Toda minha Juntos essa noite Quero te dar todo meu amor… Toda! Minha vida (siiiiimm) Eu te procurei (nananananá) Hoje sou feliz Com você que é tudo O que sonhei… Oooohhhh! Eu te amo! Oooohhhh! Eu te amo meu amor Oooohhhh! Eu te amo! E o meu sangue ferve Por você…(2x) […]

Subliminar

São Paulo, dia 1º de outubro de 1992, 8h da manhã. Aqui estou, mais um dia. Sob o olhar sanguinário do vigia. Você não sabe como é caminhar com a cabeça na mira de uma HK. Metralhadora alemã ou de Israel. Estraçalha ladrão que nem papel. Na muralha, em pé, mais um cidadão José. Servindo […]

O momento da traição

A traição começa no altar, quando iludimos nosso corpo e nossos desejos, entregando­-os para o outro tomar conta e comandar. AGENITA AMENO. A questão existencial do triângulo. p. 90–94. In: O papel da amante. p. 87–98. In: A função social dos amantes. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.