As ficções

quanto menos os homens conhecem a natureza, mais facilmente podem multiplicar suas ficções, tais como árvores que falam, homens que instantaneamente se transformam em pedras ou em fontes, espectros que aparecem nos espelhos, o nada que vem a ser alguma coisa, mesmo deuses transformados em animais ou em homens e infinitas coisas desse gênero. [§ 58, p. 35]

BENEDICTUS DE SPINOZA. Tratado da reforma da inteligência. Tradução de LÍVIO TEIXEIRA. 2a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. (Clássicos)

Comente

%d blogueiros gostam disto: