Trabalho de campo x trabalho literário

[…] O trabalho de campo não é como o centésimo milésimo ensaio sobre os sonetos de Shakespeare; ele sempre apresenta algo verdadeiramente novo, não uma glosa de comentários anteriores. […] [p. 166]

STEPHEN JAY GOULD. //Opus 100//. cap. 11. In: //O sorriso do flamingo//: reflexões sobre história natural. Martins Fontes.

Comente

%d blogueiros gostam disto: