Domingo, 18/Maio/2008 – 3:36 pm
Oh, darling.
Please believe me.
I’ll never do you no harm.
Believe me when I tell you,
I’ll never do you no harm.
Oh, darling.
If you leave me,
I’ll never make it alone.
Believe me when I beg you,
Don’t ever leave me alone.
When you told me
You didn’t need me anymore,
Well, you know, I nearly
Broke down and cried.
When you told me
You didn’t need [...]
Quarta-feira, 7/Maio/2008 – 11:03 pm
Teu!
Todo teu
Minha!
Toda minha
Juntos essa noite
Quero te dar todo meu amor…
Toda!
Minha vida
(siiiiimm)
Eu te procurei
(nananananá)
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei…
Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você…(2x)
Você me enlouquece
Você é o que quero
Eu sou prisioneiro
Prisioneiro
Desse seu amor…
Toda!
Minha vida
(sim sim sim sim!)
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é [...]
Terça-feira, 29/Abril/2008 – 1:50 pm
Eu preciso ser feliz e minha felicidade, por exemplo é experimentar o máximo de prazer sexual. Minha expectativa é que você continue fazendo as coisas que me fazem feliz na cama. O homem, por exemplo, já diz: “Eu espero ser rico, e você, com sua generosidade e dinheiro, faz de mim um homem [...]
Segunda-feira, 28/Abril/2008 – 1:02 pm
quanto menos os homens conhecem a natureza, mais facilmente podem multiplicar suas ficções, tais como árvores que falam, homens que instantaneamente se transformam em pedras ou em fontes, espectros que aparecem nos espelhos, o nada que vem a ser alguma coisa, mesmo deuses transformados em animais ou em homens e infinitas coisas desse gênero. [...]
Sábado, 5/Abril/2008 – 4:40 pm
um escravo que gozava de uma liberdade imaginária, quando começa a suspeitar de que sua liberdade é apenas um sonho, teme ser despertado e conspira com essas ilusões agradáveis para ser mais longamente enganado, [§ 13]
RENÉ DESCARTES. Primeira Meditação: Das Coisas que se Podem Colocar em Dúvida. In: Meditações: concernentes à primeira filosofia [...]
Quinta-feira, 3/Abril/2008 – 7:35 pm
É, com efeito, a partir dos anos 1775–1795 que desaparece a velha articulação dos três ou quatro reinos; [p. 305]
MICHEL FOUCAULT. A organização dos seres. Seção 3. In: Os limites da representação. Capítulo 7. In: As palavras e as coisas: Uma arqueologia das ciências humanas. Tradução de ANTÓNIO RAMOS [...]
Quarta-feira, 2/Abril/2008 – 8:07 pm
[…] when Men, so instructed, are grown up, and reflect on their own Minds, they cannot find any thing more ancient there, than those Opinions, which were taught them, before their Memory began to keep a Register of their Actions, or date the time, when any new thing appeared to them; and therefore make no [...]
Terça-feira, 1/Abril/2008 – 6:53 pm
De que modo vou
abrir a janela,
se não for doida?
Como a fecharei,
se não for santa?
ADÉLIA PRADO.
Segunda-feira, 31/Março/2008 – 8:26 pm
Que a Lógica tenha seguido desde os tempos mais remotos esse caminho seguro depreende-se do fato de não ter podido desde Aristóteles dar nenhum passo atrás, desde que não se considere melhorias a supressão de algumas sutilezas dispensáveis ou a determinação mais clara do exposto, coisas pertencentes mais à elegância do que à segurança da [...]
Sábado, 29/Março/2008 – 2:15 pm
Tá lá o corpo
Estendido no chão
Em vez de rosto uma foto
De um gol
Em vez de reza
Uma praga de alguém
E um silêncio
Servindo de amém…
O bar mais perto
Depressa lotou
Malandro junto
Com trabalhador
Um homem subiu
Na mesa do bar
E fez discurso
Prá vereador…
Veio o camelô
Vender!
Anel, cordão
Perfume barato
Baiana
Prá fazer
Pastel
E um bom churrasco
De gato
Quatro horas da manhã
Baixou o santo
Na porta bandeira
E a moçada [...]